Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
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publicado por José Gomes André às 16:54
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
Nas legislativas será de vez

Não sei como se termina um blogue, mas sei quando um valeu a pena. Um como o Myzena. Valeu porque os objectivos foram conseguidos e também porque correu bem para apoiantes de um partido que se diz tão dividido. Foi um blogue bastante informal, que se desenrelou numa ordem bastante espontânea. A partir de agora, são as legislativas. Um desafio mais difícil e definitivo. Não apenas para os partidos e os seus líderes. Definitivo para o país. Para nós. É o nosso futuro que está em jogo, quando nos endividamos até à medula e o governo ainda nos pretende enterrar um pouco mais. Não há muito tempo, como sempre em Portugal. É tudo à pressa, muito à pressa, algo que não me agrada nada, que preparo tudo com a antecedência máxima. Mas não há outro remédio e vai ter de ser assim mesmo. Na verdade, as europeias também foram preparadas em cima do momento e correu tudo bem. Acima do esperado.

Julgo que o PSD está mais próximo das pessoas, conhece-as melhor e apresenta propostas mais realistas que as do governo do Eng. Sócrates. Pelo menos sabe quem cria emprego, conhece quem sabe investir e percebe que não deve estrangular os contribuintes. Parece que a ideologia voltou à política e, assim sendo, é agradável saber que há um partido que já não vê no Estado a salvação de todos os nossos problemas. Há que dar margem de manobra às pessoas. Deixá-las decidir as suas vidas, dar-lhes um pouco mais de liberdade individual. Acreditar um pouco mais nos Portugueses. Nas suas capacidades e na sua inteligência. Seria bom que o próximo governo, em vez de pedir confiança, dissesse que confiava.   


Não posso deixar de agradecer a todos os que aceitaram o repto de aqui escrever:

Afonso Azevedo Neves
Ana Margarida Craveiro
António Pinho Cardão
Duarte Calvão
João Gonçalves
João Villalobos
José Gomes André
Luís Rocha
Manuel Pinheiro
Maria Isabel Goulão
Maria João Marques
Nuno Gouveia
Paulo Tunhas
Rodrigo Adão Fonseca
Rui Oliveira
Vasco Campilho
 


publicado por André Abrantes Amaral às 23:19
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
O poder do agora

Tenho a sensação de ser o último a fechar a porta, sem saber sequer onde fica o interruptor da luz. Mas, antes de sair, gostava de dar um beijo de parabéns à Laurinda. Fez uma excelente campanha. Foi ela mesma, olhando e falando com cada pessoa, dedicando-lhes toda a atenção. E isso contou.

Gostava também de dizer, a quem se absteve neste acto eleitoral, que deveria ter votado em branco, ou nulo. Quanto mais não seja porque a tão vilipendiada democracia custou a ganhar. E quem votou em branco, ou nulo, deveria ter votado num partido qualquer à sua escolha. Porque não vivemos tempos de protesto, mas de afirmação. 

Gostava ainda de desejar boa sorte a Vital Moreira. Não duvido que se tenha envolvido nesta aventura, que não era manifestamente a sua, prejudicando a vida pessoal e os seus ganhos profissionais. Fez o que pôde e chegou até onde lhe foi permitido.

Gostava finalmente que os críticos e ácidos comentadores, que olharam para este blogue como um objecto programático, percebessem, realmente percebessem, que para além das motivações pessoais de cada um a base deste episódico encontro foi genuína: Há uma geração cansada de não ter uma palavra a dizer, enquanto o País lhe passa ao lado dirigido por quem tudo teve nas mãos e tudo desperdiçou. Da esquerda à direita.

Há uma geração saturada de visões de curto prazo e desperdício de recursos, materiais e humanos, que não se reconhece na abstenção como não se reconhece na mentira permanente em que tem vivido.

Nem sempre a realidade como ela é hoje satisfaz. Mas não é a realidade que se engana. Somos todos nós. O presente tem que deixar de surgir-nos como uma pálida ideia do que fomos e uma parte ínfima apenas do que poderíamos ser.

É no agora que vivemos e baixar os braços é errado. Tal como erguê-los, simplesmente para gritar contra "aqueles que mandam e são todos iguais", é um inútil desperdício de energia.

Na minha estrita opinião, este blogue não serviu para mais do que aquilo que quem o leu dele colheu. Se foi pouco ou muito, ignoro. Mas basta-me que tenha levado alguém a votar, fosse em quem fosse, para ter cumprido o  seu papel: Suscitar a acção mais elementar em democracia; A de confiar em quem se elege. Entregar, no presente, o nosso futuro a alguém que o respeite. Que, no caso concreto, tenha sido a alguém como Paulo Rangel, ou Carlos Coelho, é algo que só nos ficou bem. 

 


publicado por João Villalobos às 23:29
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Missão Cumprida III

As reacções à criação deste blogue fizeram-me pensar, por alguns momentos, que havia integrado uma organização criminosa. Falaram-se de "amplos recursos", "propósitos subversivos" e coisas que tais. Muitas pessoas não perceberam - ou não quiseram perceber - que fomos movidos pelo interesse no debate de ideias, e pelo desejo em promover uma nova orientação política para Portugal. Os resultados deste Domingo mostraram que, afinal, não só não estávamos sozinhos, como a maioria do povo português partilhava da nossa convicção. Valeu a pena fazer parte deste esforço comum. Obrigado aos meus companheiros de blogue, aos nossos leitores e a todos os que por aqui passaram.


publicado por José Gomes André às 00:06
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Missão Cumprida II

 


publicado por Vasco Campilho às 21:07
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Missão Cumprida

Ontem, os objectivos deste blogue foram alcançados com a derrota do PS, do Eng. Sócrates e de Vital Moreira; com a vitória do PSD, de Paulo Rangel e de Manuela Ferreira Leite. O partido laranja tem agora fôlego para as legislativas que pode vencer. Foi feita em pedaços a ideia de que não havia alternativa a este governo, que teríamos de aguentar com ele por mais quatro anos. Agora que a verdade foi restabelecida, com as vaidades faraónicas e propagandistas descredibilizadas, vale a pena esperar por melhores dias.

A mensagem passou. De facto, já chega.
 


publicado por André Abrantes Amaral às 15:44
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Um retrato

 

 

Muitos leitores [do Portugal dos Pequeninos] "queixam-se" da foto acima. Todavia ela, melhor do que outra qualquer, representa a imensa variedade de papagaios, lambe-botas, cúmplices esperados e inesperados, bloggers, "jornalistas", "comentadores" e assim sucessivamente que têm passado os últimos anos a apascentar e a acarinhar o absurdo regime absolutista de Sócrates. É evidente que o admirável líder ainda não deixou de ser admirável como a sua fenomenal máquina de propaganda se encarregará de demonstrar. A gente retratada na foto também. Dito isto, todas as esquerdas, à parte da não esquerda representada por Sócrates, cresceram. Até para a abstenção. E ao contrário do que a D. Teresa de Sousa, uma excelentíssima epígona disto tudo, insinua no Público, a Europa não perdeu com a vitória generalizada da Direita. A democracia é mesmo assim. Ninguém é obrigado a votar mas aqueles que votam, nem que sejam dois em três, ganham. Ou a D. Teresa e respectivos acólitos só apreciam a democracia quando lhes dá jeito ? O resto vem na foto.


publicado por João Gonçalves às 11:55
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Para todos

publicado por Afonso Azevedo Neves às 09:26
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Ainda há muito trabalho a fazer

A vitória do PSD nas europeias abriu o caminho para a mudança governativa em Portugal. O caminho aberto é estreito e difícil - basta olhar para os números para o perceber - mas existe. E o simples facto de existir muda tudo.

 

Sejamos claros: sem esta vitória nas europeias, esse caminho estaria fechado. Apesar de em democracia não haver vencedores antecipados - como esta campanha sobejamente demonstrou - tudo o que não fosse uma vitória do PSD neste acto eleitoral criaria uma expectativa de inevitabilidade de recondução da maioria socialista. Teríamos um debate surdo, inaudível, abafado pelo desalento e pela deserção cidadã em que o PS tanto apostou com a sua política da lama. Por isso era essencial ganhar. E por isso era essencial o PSD unir-se para ganhar.

 

Assim aconteceu. E a vitória a que assistimos ontem foi uma vitória de todo o PSD. Começando pelo candidato Paulo Rangel e pela líder do Partido que o escolheu, Manuela Ferreira Leite. E acabando em cada um dos militantes e simpatizantes que sairam à rua, que escreveram, que apoiaram, que encorajaram, e que votaram.

 

Todos juntos, oferecemos aos portugueses a possibilidade de ter um debate democrático aberto e equilibrado em torno das eleições legislativas. Cabe-nos agora oferecer-lhes a alternativa pela qual já mostraram ansiar. Com humildade, com determinação e com espírito de equipa, é tempo de arregaçar as mangas. Ainda há muito trabalho a fazer.


publicado por Vasco Campilho às 08:50
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Socialistas grandes derrotados da noite

Ao contrário do que tem sido veiculado por algumas pessoas, não foram os governos que foram penalizados nestas eleições europeias. Quem saiu fortemente marginalizado pelos eleitores foram os vários  partidos socialistas, que perderam em toda a linha, mesmo em países onde são oposição, como na Itália, na França, ou na Holanda. Os partidos da direita venceram onde são governo ou oposição, como em Espanha, Portugal, Inglaterra. Apesar das excepções, não se diga que foram os governos saíram prejudicados. A derrota nestas eleições, que foram europeias, tem uma cara: o Partido Socialista Europeu.


publicado por Nuno Gouveia às 00:58
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Last post of the day

Os últimos dias de campanha adquiriram um tom muito diferente para mim, por razões familiares, os seus momentos finais, as arruadas (a que não faltava) e a noite em S.Caetano, passaram-me ao lado.

 

Talvez por isso também olhei com algum pessimismo estes últimos momentos e foi com alguma surpresa que verifiquei que o PS teve menos quase 10% do que se previa, tendo o PSD mantido os valores mais optimistas que lhe atribuiam as sondagens.

 

Rangel mereceu esta vitória tão necessária para o PSD.

 

Será este um momento de viragem? Porque não?

 

Gostaria de pensar que nesse esforço o papamyzena teve um papel, ainda que pequeno, na obtenção desta vitória.

 

Foi uma honra ter escrito ao lado de tão ilustre companhia.

Obrigado.

 


publicado por Afonso Azevedo Neves às 00:13
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Domingo, 7 de Junho de 2009
Chears!

 

  

Também aqui no blog se abre uma garrafa de champanhe. Brindemos pois a uma grande vitória de Paulo Rangel, da sua energia e do seu empenhamento.

Pela minha parte, tive muito gosto em ter dado a minha modesta contribuição nesta campanha eleitoral através do Papa Myzena, um excelento produto alimentar que, como se viu,  ficará para a história destas eleições.

Despeço-me de todos os que aqui escreveram, gente bem disposta, inteligente  e disponível, com quem orgulhosamente partilhei este espaço.

E despeço-me de Paulo Rangel, repetindo o que escrevi aquando do lançamento do livro "O estado do Estado":
"Mas agradou-me mais ainda quando o autor do livro referiu algo como: "Estão aqui pessoas que conheço, mas fico mais feliz por não conhecer muita gente que aqui está." Pareceu-me um bom sinal haver gente como eu, que ali estive sem o conhecer e saí tão anonimamente como entrei. Desejo-lhe boa sorte e espero dele a sensatez e a sobriedade que os tempos exigem."
Maria Isabel


publicado por M. Isabel Goulão às 23:43
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Perdedores

1. O PS, Sócrates e Vital e as candidatas-fantasma . E que gozo que isso dá! (Não se esqueçam, eu faço parte do infame grupo que, com "amplos recursos" segundo os senhores do PS, tudo faziam, e nenhum objectivo tinham além desse, para atacar o PS e O grande líder Sócrates, enquanto, presume-se, espumávamos pela boca de tanto ódio visceral). Sócrares merece perder porque falhou em tudo como PM: nas reformas anunciadas e não concretizadas, na roubalheira legal que efectivamente foi a suposta 'consolidação orçamental' (mais impostos, para mais receita, para mais despesa pública), na incompetência que manteve no governo, na falta de educação com que sempre tratou a oposição no parlamento e fora dele, na tentativa pouco discreta de controlar a comunicação social, na política carroceira que promoveu, nos casos peculiares em que o seu passado esteve envolvido, na sua obsessão por obras públicas faraónicas e ruinosas para compensar falta de ideias alternativas, enfim, fico-me por aqui para não ser muito fastidiosa, que as falhas de Sócrates são incontáveis. Vital, um candidato lastimável durante a campanha e que nem teve o savoir-faire de cumprimentar pessoalmente o vencedor, que tentou a rasteira e abjecta associação de possíveis crimes num banco (nacionalizado à pressa pelo PS) a todo um partido político. Sobretudo, mereceu perder porque não teve nível como candidato de um partido como o PS (se bem que, sintomaticamente, o PS não se tenha revelado incomodado). Já o par maravilha das candidatas fantasma, respirem de alívio, já garantiram lugar e ordenado, que, não duvidem, são os que vão auferir e ocupar durante anos.

 

 

Adenda: a bem da pacificação do Papa Myzena, este post foi alterado.


publicado por Maria João Marques às 23:41
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Pensamento socialista da noite

Bem,Em Setembro há mais e não será a feijões!.!PS voltará à estrada.Pedalar é preciso!Boa noite !Para aliviar a azia vou virar para a AXN.

 

José Lello no Twitter


publicado por Afonso Azevedo Neves às 23:38
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Sobre as sondagens

Foram hoje divulgadas sondagens que colocam o PS com uma vantagem confortável sobre o PSD para as legislativas. Recordo que as mesmas empresas ainda há pouco tempo davam uma vitória ao PS nestas eleições. O PS teve 26 por cento dos votos.

Percebo as dificuldades de acertar com os resultados numas eleições onde a abstenção foi tão elevada. Mas não seria melhor estarem quietinhos esta noite? Não lhes ficava nada mal…


publicado por Nuno Gouveia às 23:24
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Vencedores

1. O PSD, pelas razões óbvias (lamenta-se que o BE não entenda que um partido que teve o triplo dos votos que 'a esquerda multicolor' seja mais vencedor que o BE, mas também não se espera lógica nem capacidade para encarar factos de cabecinhas bloquistas), Paulo Rangel e Manuela Ferreira Leite. Mais virá sobre isto.

 

2. O CDS, que manteve os dois eurodeputados, depois de lhes terem vaticinado a extinção.

 

3. O BE, o que é muito preocupante. Um resultado destes para um partido como o BE é dramático. E o maior perigo é que, apesar da baba que os jornalistas vertem quando referem ou assistem o BE, a maioria da população entra em pânico se pensar que o Bloco pode ter qualquer pingo de influência num futuro governo. Não estou convencida que este resultado do BE não assuste muitos eleitores e os faça votarem no PS nas legislativas para nos livrarem deste real perigo bloquista.


publicado por Maria João Marques às 23:20
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Notas sobre o que ouvi agora na SIC

1. O que lá faz Ricardo Araújo Pereira?

2. A Sic, que errou em todas as sondagens para estas eleições europeias (tal como quase todos os outros excepto o barómetro da Marktest) apresentou agora uma sondagem para as legislativas! Mais: realizada na semana passada. Como António Barreto acabou de dizer (e foi o primeiro, o que quer dizer que algo estranho deve correr no ar do estúdio da SIC) é uma sondagem desactualizada e inútil.

3. Ricardo Costa, sempre pronto para o disparate, falou das políticas de investimento público do PS que "as pessoas não compreendem". Lamento que seja o Ricardo Costa a não entender: as pessoas compreendem perfeitamente; o que se passa é que não concordam com estes investimentos. O mesmo é dizer que não estão dispostos a pagá-los durante décadas.


publicado por Maria João Marques às 22:57
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Foi preciso uma eleição ...

... para o PS perceber aquele que é o sentimento óbvio dos portugueses. Bem longe da propaganda socrática, os eleitores deixaram bem claro que não querem o actual estado de coisas.

 

É ainda urgente travar, como bem referiram Paulo Rangel e Manuela Ferreira Leite, os projectos de investimento que o governo prepara, e submetê-los à apreciação eleitoral.

 

Aproxima-se um "Verão Quente", aliás, fervilhante!


publicado por Rodrigo Adão da Fonseca às 22:27
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Recordo umas palavras minhas de sexta-feira

Mas não tenhamos dúvidas: se os portugueses o desejarem neste domingo, o PS de Sócrates pode começar a preparar a retirada. Como disse ontem Paulo Rangel no Porto, “basta de socialismo na sociedade portuguesa”. É tempo de ter esperança no futuro, longe deste socialismo bolorento que tem consumido Portugal nos últimos anos… E votar no PSD é contribuir para afastar esta geração que tão mal tem feito ao país.


 


publicado por Nuno Gouveia às 22:06
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Acho que se impõe um momento musical

 


publicado por Ana Margarida Craveiro às 21:32
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No meio da hecatombe

Será que Ana Gomes vai ter de ganhar a câmara de Sintra?


publicado por André Abrantes Amaral às 21:21
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V, de vitória, V, de Verdade

Contra todas as sondagens, o PSD e Paulo Rangel arrancaram uma vitória que começa a ser cada vez mais clara. Chegado à sede na S. Caetano, nota-se uma mobilização de todo impensável há dois meses atrás. Os que, como eu, sempre acreditaram ser possível ambicionar a vitória, sentem a sensação do dever cumprido.

 

A partir de amanhã, porém, há muito trabalho a fazer, porque, a contraciclo com a Europa, Portugal dá uma importância desmesurada à extrema-esquerda radical, que poderá, em Outubro, tornar o nosso país ingovernável.

 

Não há vitórias totais quando o Bloco e o PCP ultrapassam os 20% dos votos.

 

(agradeço ao João Gonçalves o teclado onde escrevo)


publicado por Rodrigo Adão da Fonseca às 21:16
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Sobre o neoliberalismo e capitalismo

Convém recordar a vitória estrondosa que o Partido Popular Europeu está a ter esta noite em toda a Europa. E convém também relembrar que o discurso anti-capitalismo e anti-neoliberal de uma grande parte da esquerda está a receber um rotundo não dos milhões de eleitores europeus. Para memória futura.


publicado por Nuno Gouveia às 21:14
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Falará?

 

Falará Sócrates de “campanha negra”?

publicado por Paulo Tunhas às 21:03
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Uma sensação de absorção... mas ao contrário

 

 

Os estrategas do PS que decidiram lançar a campanha de lama no final da semana passada devem sentir-se como num velho anúncio da Clearasil: com uma sensação de absorção, mas ao contrário. É em momentos assim que dá gosto ser português.


publicado por Vasco Campilho às 20:57
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