Domingo, 17 de Maio de 2009
Deputados Europeus

 

Convidado a colaborar, aqui estou para dar uma modesta contribuição nesta Campanha do PSD para as Eleições Europeias. Blog circunstancial, não belisca, nem por sombras, a minha fidelidade ao Quarta República.

Se a Despesa Pública fosse virtuosa, a economia cresceria e Portugal seria um país rico. Como a despesa pública não é virtuosa, tem ajudado a que Portugal seja um país pobre. Porque, ao nível a que está, e este ano ultrapassará os 50% do PIB, exige recursos crescentes dos particulares e das empresas, drenados, através dos impostos, para alimentar as finanças do Estado. Foi reconhecendo o facto que a UE criou o Pacto de Estabilidade e Crescimento, precioso instrumento para limitar as demagogias dos Governos, sempre prontos a privilegiar os seus interesses imediatos em detrimento de verdadeiras políticas públicas ao serviço dos cidadãos. O espírito que preside ao Pacto de Estabilidade é a diminuição da despesa pública, de forma a conter o défice em limites aceitáveis. O aumento dos impostos, como forma de conter o défice é uma habilidade que deturpa o Pacto, pelos efeitos negativos imediatos no nível da actividade económica.

 

 Os Deputados Europeus têm a obrigação de compreender a bondade profunda de normas como esta e de resistir à tentação de favorecer o seu desmantelamento. Paulo Rangel dá garantias de o fazer.
Em Portugal, desde 2005, como comprovarei em posts seguintes, a despesa pública aumentou todos os anos e os impostos todos os anos aumentaram para a suportar. Aumento esse sempre acima da inflação, portanto aumento real. E constituindo sempre uma parcela crescente do PIB. Meios financeiros que, desviados para o Estado e para as suas aplicações irracionais, empobreceram a economia.  

publicado por a. pinho cardão às 23:01
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6 comentários:
De João Taxado e Lixado a 18 de Maio de 2009 às 01:29
Estou inteiramente de acordo com o autor dest(a) post(a) (de pescada). Com post(as) (de pescada) assim é que este país vai para a frente! Não aos despesistas, aos sugadores do povo com impostos e obras faraónicas!

Ainda não me esqueci dos 30 milhões de contos (era para só custar 6 milhões) do Centro Cultural de Belém dos tempos do Sr. Silva (como lhe chamou ocompanheiro Alberto João) nem dos aumentos de impostos dos tempos da Dra. Manuela Leite. Não me esqueço do PEC (pagamento especial por conta) que lixou a minha micro-empresa. Uma brilhante ideia de sacar dinheiro a quem não tem da autoria de quem nunca teve de tocar uma pequeníssima empresa para a frente, ou seja, D. Ferreira Leite.

Querem que eu vote no PSD? Que vote para terem tachos? Tirem o CAVALINHO DA CHVA! Para esse peditório já dei! PSD's, PS's, são todos iguais!

Esse Rangel, desde que está no parlamento não fez outra coisa senão engordar. Não acreditam? Comprovem o Rangel de hoje com o Rangel da foto que aparece na sua biografia no site do Parlamento.

João Taxado (e pelo sucessivos governos PS e PSD lixado)
Alcabideche


De Carlos a 18 de Maio de 2009 às 08:05
Pelos vistos, este blogue incomoda.
Além dos estragos ao país, os defensores do "grande líder" que nos caiu na rifa são estrategicamente distribuídos por tudo o que é caixa de comentários de jornais e blogues para "repor a verdade a que temos direito".
Ganhem o vosso ordenadinho correspondente a este trabalho até Outubro, que o povo não é estúpido.
Até os comemos, carago!


De João Taxado e Lixado a 19 de Maio de 2009 às 00:02
Nem o Sr. Carlos imagina! É um blog In Ku moda. Provoca imensa coceira no hemorreidal do Zé Povinho.


De Afonso Azevedo Neves a 18 de Maio de 2009 às 10:34
Bem-vindo António!


De Tiago R a 18 de Maio de 2009 às 10:42
Incrível!
Não pensei que ainda houvesse alguém que defendesse o PEC. Só mesmo em Portugal, porque no resto da Europa, já não há!


De a. pinho cardão a 18 de Maio de 2009 às 12:07
Caro Tiago R:
Se não fosse o PEC, com a fúria gastadora deste Governo, a despesa pública teria aumentado muito mais, o défice seria bastante superior e os impostos muito mais elevados. E a economia seria muito mais pobre.
De facto, os Governos não gostam do PEC, que lhes impõe disciplina e controle. Por isso, à mais pequena oportunidade, alteram-no ou, melhor dizendo, "flexibilizan-no". Mas os cidadãos e os contribuintes têm que lhe estar gratos.
O meu caro Tiago R. parece pois laborar num inquietante equívoco.
O PEC não serve aos governos, aos políticos demagogos, aos Keynesianos que nada percebem de Keynes e são mais papistas que Keynes, mas serve aos cidadãos.
Sabe qual era o peso da despesa pública, em termos de PIB, no tempo de Keynes e que, em parte, fundamentou a sua receita? Era inferor a metade do que é hoje.



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