Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
Quem quiser fazer alguma pergunta...

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publicado por Rodrigo Adão da Fonseca às 21:10
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3 comentários:
De ADM a 18 de Maio de 2009 às 22:55
Qual a posição do paulo rangel em relação ao aprofundamente- porventyura uma possivel adesão - de cabo verde no espaço europeu?


Obrigado e boa noite

ADM


De Tiago Moreira Ramalho a 18 de Maio de 2009 às 23:30
Não sei se é possível, mas gostaria de colocar uma pergunta ao Dr. Paulo Rangel, dado que tive de sair da Blogotúlia cedo de mais.

Comentário: quanto à questão da hiperregulação levantada pela MJM, e à qual o Dr. Paulo Rangel respondeu com o exemplo das fichas e das tomadas eléctricas, eu gostaria de dizer que concordo com a conclusão, mas não com as premissas. A verdade é que a regulação nesta matéria não se prende com uma questão de mercado, mas sim com uma questão de levantar barreiras tecnológicas à integração que, creio eu, foram implementadas com Maastricht. Faz algum sentido que assim seja, por simples pragmatismo, no entanto, o facto de não haver tal directiva nunca levaria a que a França ou a Inglaterra criassem barreiras às importações de tomadas através das regulamentações próprias porque a) a UE poderia proibir os Estados de o fazer e b) seria perfeitamente possível a Polónia, por exemplo, especializar-se em tomadas e vendê-las para a França.
Depois, outra discordância, esta em relação aos alargamentos da UE. Apesar de concordar que a adesão quase massiva de países de Leste não foi particularmente positiva, discordo da ideia de que se deveriam ter criado mais apoios pré-adesão. O PHARE, inicialmente para a Polónia e para a Hungria e que acabaram por se generalizar a outros países, não fez qualquer sentido: se os países queriam aderir teriam de criar as condições para tal, não sendo a UE, com o dinheiro dos contribuintes europeus (lembremo-nos que grande parte do Orçamento Comunitário é composto pelo IVA pago nos Estados-Membros) quem deveria forçar a situação. Foi, quanto a mim, um erro. De qualquer modo, o que lá vai lá vai.

Agora, a questão propriamente dita, que os comentários vão longos: no Expresso desta semana, o Henrique Raposo, que creio aí presente, publicou um ensaio sobre a adesão da Turquia e, segundo a sua análise, pode fazer-se um paralelismo entre a Turquia actual, com a sua democracia musculada, e o Portugal do período pré-adesão e, como tal, uma adesão poderia levar a uma modernização mais acelerada. Outra ideia essencial era a de que a entrada da Turquia, e principalmente se o Tratado de Lisboa entrar em vigor, por esta ser extremamente populosa, poderia ser positiva para os pequenos e médios estados, já que na Europa, na maioria dos casos, dimensão económica e população são proporcionais, dado que a Turquia poderia ser uma voz forte na defesa dos 'pequenos'. Gostaria de saber o que tem a dizer sobre isto.

Tiago Moreira Ramalho dos blogues O Afilhado e Corta-fitas.


De Anónimo a 19 de Maio de 2009 às 00:05
As perguntas foram todas do tipo "rasgadinho!..."


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