Domingo, 24 de Maio de 2009
Geração Maizena

 

Esquecer depressa demais esta história é, afinal, recusarmo-nos a perceber uma das mais sérias patologias da nossa democracia. O seu fechamento em torno de alguns, poucos, identificados geracionalmente com aqueles que fizeram o 25 de Abril, antes deste, a resistência ao Estado Novo, e depois, o PREC e o 25 de Novembro. Paulo Rangel não fez nada disso. Por uma razão simples: era uma criança. Enquanto os outros preparavam ou faziam a revolução, ele aprendia a ler e a contar.

 

Apesar disso, ou talvez por causa disso, é, seguramente, uma lufada de ar fresco na nossa política recente. (...) Aliás, é bom notar que Paulo Rangel não é o único. É apenas um dos poucos que conseguiram romper a blindagem do regime. Mas há mais, muito mais. (...) São a geração Maizena. E estão aí. Arredados dos corredores do poder. Pelos doutores Pinhos desta vida.

 

Sofia Galvão, no Expresso de 23/05/09. Indispensável ler na íntegra.


publicado por Vasco Campilho às 12:57
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1 comentário:
De Vasco Campilho a 25 de Maio de 2009 às 00:13
Olha... apaguei um "comentário".


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