Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Vamos todos, calmamente, acenar que sim

Está em curso uma revolução na educação em Portugal, diz Vital Moreira, no Público. E nós, de mansinho para o senhor não ouvir, perguntamos em que país o candidato do PS tem vivido nos últimos anos e onde termina a sua capacidade de se imaginar numa realidade alternativa.

 

Já agora, "coesão territorial" leva a pensar em fronteiras territoriais, e com todos os méritos que a CEE e a UE tiveram no desenvolvimento de Portugal e na tentativa de minorar as assimetrias regionais (coesão entre as regiões), não foi a UE que definiu as nossas fronteiras, as mais perenes no mundo.


publicado por Maria João Marques às 12:36
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8 comentários:
De Miguel a 26 de Maio de 2009 às 14:17
No Chile também houve uma revolução na educação, aliás, parece que o modelo actual foi importado de lá. Quanto às consequências, há vários testemunhos pela net.


De Stran a 26 de Maio de 2009 às 15:56
Julgo que ele tem razão quanto à revolução... O problema vai ser o resultado desta "revolução".

Já agora que alternativa tem a esta "revolução"?



De Pedro a 26 de Maio de 2009 às 16:48
Gostaria de frisar a importância do comentário anterior ao meu. Que alternativa dá o PSD a esta "revolução"?

Tenho ouvido muito pouco sobre educação das bocas do PSD. Quais são as propostas? Qual é o caminho?

Não vale a pena falar só de economia quando todos sabemos que os problemas desta passam pela resolução dos problemas com a educação. Qual é a posição do PSD relativamente aos actuais programas, à avaliação dos alunos (nomeadamente na questão dos exames nacionais), à avaliação dos professores, ao ensino superior?


De Maria João Marques a 26 de Maio de 2009 às 23:27
Pedro, só pode estar a brincar. Acha mesmo que 'esta' é a única solução? Independentemente de se concordar com ela ou não? Eu dou de barato que os professores se revoltariam por qualquer processo de avaliação ou de alteração mais exigente no seu estatuto, pelo que nem vou por aí. Mas do que vejo (e reconheço-me nada especialista em assuntos educativos) a avaliação foi mal concebida de início;o princípio é bom mas muito mal concretizado. Quanto aos programas, sinceramente vejo os adolescentes falarem de coisas absolutamente absurdas e passando ao lado de outras importantes. Só para dar alguns exemplos do que está mal.

Quanto ao PSD, parece-me que defende uma coisa essencial: maior exigência na avaliação dos alunos, instituindo mais exames finais de ano - e nem vale a pena referir a bricadeira de mau gosto que têm sido os fáceis exames de forma a melhorar as médias, pois não? Defende também um melhorado sistemade avaliação de professores. E que se chumbe por falta de aproveitamento ou por faltas. Para dar exemplos.

Pessoalmente, defendo a possibilidade de os pais escolherem a escola ou colégio dos filhos, ficando a cargo do estado o montante que gasta nas escolas públicas por cada aluno, independentemente da escolha dos pais (vulgo,o cheque-ensino). Defendo também a autonomia pedagógica de cada escola e flexibilização dos programas.

Enfim, como se vê, há muitas possibilidades. A política de educação não é certamente determinista.


De Pedro a 26 de Maio de 2009 às 23:36
Fui certamente menos explicito ao escrever pois é certo que não defendo esta política educativa em nenhum ponto. E haverá certamente alternativas mas, carecem propostas concretas.

Falar em maior exigência no ensino é bonito mas tem de ser promovida de modo sério. Para mim, só há um modo sério: programas exigentes e actuais e exames nacionais independentes (pedidos a uma entidade externa ao ME) mais frequentes e gerais.

Já ouvi falar em todas as ideias que expôs mas, continuam a ser muito vagas. Ouvimos todos falar (e bem) de medidas para a economia, claras e concisas. Só espero que para a educação seja dada a mesma atenção. Sendo que o voto de cada um de nós (nomeadamente nas legislativas) deve fazer contar as propostas concretas de cada partido para esta área tão fundamental.


De Maria João Marques a 27 de Maio de 2009 às 11:21
Pedro, certo, mas dada a minha falta de formação em tantas áreas curriculares, não posso ir além de observações de carácer genérico.


De André Carvalho a 26 de Maio de 2009 às 23:39
Não é bem uma “Revolução”. É mais um PREC ;)


De Anónimo a 27 de Maio de 2009 às 00:34
Há uma questão fundamental e simples de perceber que é basilar em tudo o resto. Se os alunos não forem bem avaliados, todo o sistema não o poderá ser. As provas de aferição não aferem coisa nenhuma nem será possível avaliar professores e escolas, com o toque final no estatuto do aluno.


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