Domingo, 7 de Junho de 2009
Santa arrogância

"Estamos a ganhar a batalha da mobilização cívica, nas sondagens e na aceitação das nossa propostas". Vital Moreira, há seis dias atrás.


publicado por José Gomes André às 20:55
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Só agora reparei...

...que desde 20 de Fevereiro de 2005, José Sócrates não ganhou uma única eleição a nível nacional. Nem as autárquicas. Nem as presidenciais. Nem, pelos vistos, as europeias. Se eu fosse socialista estava agora a pensar nisto.


publicado por Vasco Campilho às 20:53
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A minha previsão para esta noite

O PSD afinal ficou na mesma, ganhou mas ficou na mesma, pelo que não ganhou porque ficou na mesma.

 

Os empates técnicos afinal sempre existem.

 

Vital afinal era fraquinhao, fraquinho...

 

A situação era muito complicada para o Governo, ai, ai, muito complicada.

 

A diana não-sei-das-quantas vai escrever 32 posts de 10 paragrafos sobre as flutuações económicas do mercado de acções no Burundi e como isso devia servir de lição aos torturadores insurgentes e ao PSD.


publicado por Afonso Azevedo Neves às 20:47
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Novidades(?)

A Isabel Goulão, o RAF, o Paulo Marcelo e eu estamos na sede nacional do PSD. Mas V. Exas, excepto uns conhecimentos antes da hora sobre os resultados das sondagens, devem saber mais do que nós. Em todo o caso, o ambiente é alegre e as empadas são boas. E, sobretudo, é um resultado inteiramente merecido para o candidato-roubalheira-imposto-europeu e para o nosso sofrível PM.


publicado por Maria João Marques às 20:45
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Marketest: uma das vencedoras da noite

A sondagem que diziam que nada valia afinal foi a que esteve mais perto dos resultados. Uma lição para recordar no futuro!


publicado por Nuno Gouveia às 20:24
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E agora Sócrates?

Ainda é cedo para confirmar a vitória do PSD. Mas estas sondagens indicam que a aposta em Paulo Rangel valeu a pena. Uma vitória do PSD esta noite pode ser a alavanca esperada para a mudança do poder em Portugal. Parafraseando Paulo Rangel, "basta de socialismo na sociedade portuguesa"


publicado por Nuno Gouveia às 20:05
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A questão da noite

Estará o animal feroz irremediavelmente ferido?


publicado por Maria João Marques às 20:01
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À escuta no Twitter II

Segundo José Manuel Fernandes, o PSD vai surgir à frente nas três sondagens à boca da urna. Mas as previsões são muito próximas, pelo que a noite eleitoral poderá ser longa.

 


publicado por Nuno Gouveia às 19:57
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À escuta no Twitter

Segundo ilustres jornalistas no Twitter, as sondagens à boca da urna não são conclusivas. Uma diz que o PSD vence e outra que o PS vence. E a mesma coisa sobre quem fica em terceiro: CDU e BE. Até se diz que o MEP pode eleger a Laurinda Alves. A confirmar às 20 horas.

 


publicado por Nuno Gouveia às 19:35
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O normal

CDU e Bloco culpam PS e PSD pela abstenção elevada


publicado por Nuno Gouveia às 19:27
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PPE vence Eleições Europeias

 

Neste momento, com os resultados já conhecidos em vários países, a vitória do Partido Popular Europeu é quase uma certeza. O grande derrotado, a nível europeu, destas eleições é o Partido Socialista Europeu. Sendo assim, Durão Barroso é um dos grandes vencedores da noite, com a reeleição quase assegurada para presidente da Comissão Europeia.


publicado por Nuno Gouveia às 19:00
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Noite eleitoral

Alguns de nós vão acompanhar por aqui a noite eleitoral a partir das 19 horas. Quem ainda não votou, ainda vai a tempo!


publicado por Nuno Gouveia às 17:55
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
É a nossa vez

Há uma enorme desilusão com a política. Uma sensação de fraude. A certeza de que estes quatro anos foram um desperdício de tempo. Uma legislatura mais preocupada em sacar rendimentos a quem trabalha, que a acabar com despesas inúteis. Mais preocupada em equilibrar as contas de um Estado esbanjador, que a permitir o livre uso dos rendimentos que os cidadãos adquirem com o seu esforço. Não se criou mais riqueza. Ao invés, tributou-se a existente. Trabalhámos mais e com maiores dificuldades para alimentar um monstro cada vez mais pesado e esmagador.

Estamos cansados.

Percebendo que os resultados eram magros, este governo encetou por uma política desesperada. Não bastava aumentar as receitas. Era preciso investir. E como os privados não o faziam porque o aumento dos lucros implicava mais impostos, o Estado tornou-se um empresário ainda mais activo. Tornou-se indispensável criar emprego de qualquer forma, de toda a maneira. Investimentos públicos babilónicos foram anunciados, pouco interessando ao PS que, com eles, estivessemos a hipotecar a vida dos nossos filhos e netos.

Desde a eleição de Manuela Ferreira Leite para a liderança do PSD que este partido tem chamado a atenção para estes problemas. Uma vitória da lista do PS ao Parlamento Europeu será aproveitada por José Sócrates como a prova de que não cometeu erros. A vitória do PSD é a oportunidade que temos para lhe dizer que está enganado. Que errou, que nos prejudicou, que estamos mais pobres, que vivemos com mais dificuldades e que não é possível continuar desta forma.

Descemos tão baixo, que Portugal precisa hoje de um pouco de decência. O voto no PSD, na equipa escolhida por Manuela Ferreira Leite, é a nossa vez e a única forma que temos de contribuir para o seu restabelecimento.
 


publicado por André Abrantes Amaral às 23:58
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Eu voto PSD

Porque não quero continuar a ser governado por quem ignora os problemas do país, por quem se alimenta da propaganda.

 

Porque quero ver singrar em Portugal um novo ciclo político que olhe com realismo para as dificuldades dos portugueses, que seja capaz de introduzir algumas reformas essenciais, em vez das "reforminhas" (como bem apontou Paulo Rangel) a que o PS nos habituou.

 

Porque tivemos 11 anos de socialismo em Portugal, desde 1995, que não conseguiram apontar o caminho do crescimento.

 

Voto PSD, porque para mim, basta.


publicado por Rodrigo Adão da Fonseca às 23:56
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Antes da meia-noite

Depois de uma passagem pelo mercado da Ribeira em Lisboa e de ver as notícias do comício do PS (o que passou pela cabeça para lá colocarem Soares?! Ainda não se esqueceram das presidenciais?) não posso deixar de pensar que de um lado está apenas a forma - PS - e do outro lado está toda a substância - PSD. De um lado está o despesismo imoral e amoral numa época de crise - PS - e de outro a sobriedade de quem respeita os números crescentes do desemprego e aqueles 'novos pobres' que por agora tanto pedem ajuda às instituições de solidariedade social - PSD. De um lado estão os chavões vazios, inúteis, maniqueístas - PS - e de outro o realismo de quem percebe que a solução do país não passa pelos quadros electrónicos, pelos Magalhães ou pelos computadores na Assembleia da República - PSD. De um lado um candidato anacrónico, rezingão, inconsistente, rasteiro - PS - e de outro um candidato de uma nova geração política, com carreira política muito bem sucedida mas vindo da tal 'sociedade civil', sem o lastro dos aparelhos partidários - PSD. De um lado os delírios faraónicos de quem nada tem a oferecer aos eleitores além de obras públicas que não servem para mais do que encher o olho e de que o pais não necessita realmente - PS - e do outro o realismo de quem não quer hipotecar gerações futuras, de quem não pretende permitir negociatas perdulárias à beira de eleições - PSD.

 

A escolha parece-me tão evidente.


publicado por Maria João Marques às 23:22
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...

Fotografia


publicado por M. Isabel Goulão às 23:14
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Breve balanço

Valeu a pena este blogue. Não só pelo contributo, mesmo que no nicho blogosférico, que nos permitiu dar, mas também pelas águas que agitou. Foi enternecedor o afã de tantos comentadores que fizeram questão de desdizer tudo o que escrevemos e revelar a sua incomensurável fé no grande líder José Sócrates. As acusações de 'apenas querermos, a todo o custo, atacar o PS' (coisa que não se faz em democracia, não se deixem enganar) de tantos quadrantes foram particularmente gratificantes por darem a perceber as mentes formatadas do 'outro lado'. Eu, pela minha parte, agradeço a atenção. Encontramo-nos no Domingo (após mais um pequeno interlúdio).


publicado por Maria João Marques às 23:06
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Reflexões para Domingo

Os dias de eleições são propícios para os partidos demonstrarem todas as suas capacidades de piruetas, evidenciando as coisas positivas dos resultados, esquecendo as negativas. Este facto em si não condenável, pois faz parte da actividade politica. O que é criticável é tentar fazer leituras desonestas dos resultados eleitorais. A actividade política não é um concurso de matemática, e por isso, a análise dos resultados deverá reflectir em primeiro lugar os números, e depois o contexto eleitoral e todas as vicissitudes que podem afectar essa observação.

 

O PS partia para estas eleições com grandes esperanças, dada a enorme vantagem que vinha a apresentar em todas as sondagens. Felizmente, a escolha de Vital Moreira, o mais inapto candidato que há memória numas eleições nacionais, aliada ao facto da propaganda socrática estar a perder “believers” e ainda à excelente prestação de Paulo Rangel, o PS está em grandes dificuldades nestas eleições. Neste momento uma vitória por curta margem parece ser o máximo que o PS pode almejar. Será uma vitória, mas um péssimo indício para o ciclo eleitoral que se avizinha. Em 2004 o PS teve 44% dos votos e elegeu 12 deputados. Irá perder deputados, faltando saber quantos. Se perder, como espero, então haverá um terramoto político para os lados do Largo do Rato.

 

O PSD se conseguir ter mais que um voto que o PS terá uma grande vitória eleitoral. Porque o contexto é complicado, as sondagens ainda há um mês davam uma enorme vantagem ao PS, e também devido a imensos erros cometidos pelo PSD nos últimos anos, este não era ainda um partido confiável aos olhos dos portugueses. Felizmente o PSD está hoje em melhores condições, e pode vencer as eleições europeias. Uma derrota com um resultado perto do PS também não poderá ser considerada um mau desempenho, abrindo esperanças para as eleições do Outono. O PSD em 2004 elegeu 7 deputados, sendo que agora poderá obter 8 ou 9 mandatos. Se acrescentarmos que Portugal perdeu dois deputados em relação às eleições anteriores, esse já será um bom resultado. Mas um bom resultado não é sinónimo de vitória. Que fique claro…

 

Mas não tenhamos dúvidas: se os portugueses o desejarem neste domingo, o PS de Sócrates pode começar a preparar a retirada. Como disse ontem Paulo Rangel no Porto, “basta de socialismo na sociedade portuguesa”. É tempo de ter esperança no futuro, longe deste socialismo bolorento que tem consumido Portugal nos últimos anos… E votar no PSD é contribuir para afastar esta geração que tão mal tem feito ao país.


publicado por Nuno Gouveia às 21:30
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Paulo Rangel

 

No final desta campanha para as europeias, registamos com agrado a excelente prestação de Paulo Rangel, coisa que, de resto só surpreendeu… por ter surpreendido algumas pessoas. E se é um facto  que o candidato optou por uma campanha sem foguetório nem Vangelis, a verdade é que as televisões mostraram muitas ausências e registaram alguns silêncios. No entanto, é nestas alturas que fica bem recordar a sabedoria popular, ou então, as palavras de Eça: “Nada há mais ruidoso, e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas – do que a Política.”*:

 

- Fez, com êxito, uma excelente campanha de proximidade, foi incansável nos contactos que manteve e, sobretudo, mostrou gosto pelo que estava a fazer;

- Geriu e aproveitou muito bem as potencialidades das redes sociais, nomeadamente o FACEBOOK, mantendo um registo permanente das acções de campanha e agradecendo os apoios recebidos;

- Conseguiu aquilo que poderia designar-se como eficácia na sobriedade, exactamente o que se exigia nestes tempos difíceis, eliminando o merchandising tão inútil quanto dispendioso;

- Manteve a sobriedade não dando resposta a uma linguagem que caracteriza determinado estilo. Há quem o aprecie (o estilo), mas hão-de existir alguns votos, um pouco por todo o país, de gente que não se revê no género.

 

Em suma, sem grande logística nem banhos de multidão, se bem com alguns espirros de oportunidade, Rangel segurou bem as pontas de uma campanha nada fácil. O seu desempenho foi uma conquista e, porventura, um exemplo para um futuro próximo. Queremos acreditar que o PSD está no bom caminho. Muito por culpa de Paulo Rangel.

 

* Prefácio de Eça de Queiroz para o livro “Azulejos” do Conde de Arnoso (1886).

 

NOTA:
Post redigido por mim e pelo blog Espumadamente.

Até breve.


publicado por M. Isabel Goulão às 17:40
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O cartaz da arrogância socrática

Há um cartaz do Partido Socialista que resume a essência deste Partido Socialista: "O PS combate a crise, os outros partidos combatem o PS". Em democracia, o partido de governo governa e os partidos da oposição apresentam alternativas e "combatem" democraticamente o governo. Quem não percebe isto não percebe o sentido da democracia. A arrogância de "nós ou o caos" está totalmente demonstrada nestes cartazes infelizes, e exibe como este PS convive com quem não concorda com as suas políticas.

 

Adenda:

Sobre este assunto, ler o excelente texto do Carlos Botelho no Cachimbo de Magritte


publicado por Nuno Gouveia às 13:49
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Este dia é tão bom como qualquer outro

para lembrar que, nos últimos 14 anos, o PS foi governo durante 11 anos.


publicado por Maria João Marques às 12:21
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Uma realidade inconveniente

Há cerca de um mês, tanto os socialistas quanto os opositores internos de Manuela Ferreira Leite (incluo aqui jornalistas e comentadores próximos) diziam que o PSD estava perdido e que só valia a pena discutir se o PS ia ou não ter maioria absoluta nas legislativas. Agora, já dizem que o PSD tem obrigação de ganhar as europeias, que de um momento para o outro se tornaram "fáceis", porque se ficar a dois ou três pontos percentuais de um PS a 10% da maioria absoluta “compromete” as hipóteses de ganhar as legislativas daqui a quatro meses. E se Sócrates ganhar vai ser caso único na Europa (tirando Sarkozy e Berlusconi, mas isso não interessa porque são de direita) já que se sabe que agora os eleitorados punem os governantes em funções quando há um mês, segundo esses "analistas", se refugiavam neles contra a crise. Ah, já me esquecia, e Manuela Ferreira Leite, que tem que continuar a ser uma "má política",  parece que não tem nada a ver com a escolha de Paulo Rangel...Se não houvesse gente séria que se deixa levar por estas manipulações grosseiras, até dava vontade de rir.


publicado por Duarte Calvão às 11:51
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The Flying Phantom

*

Ana Gomes já nos habituou ao disparate. Esta imagem é retirada do site do DN há minutos atrás. Admito que foram mauzinhos, mas ela merece.

 

Tão entretida que tem andado nas várias campanhas em que se meteu, será que a senhora já teve tempo para se pronunciar sobre o arquivamento do processo dos voos da CIA?

 

O candidato Vital não é o único a dar erros embaraçosos.


publicado por Nuno Gouveia às 01:19
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So far

Uma coisa é certa: ninguém há um mês e meio esperava que o PSD estivesse a discutir a vitória destas eleições taco a taco com o PS. Não esqueçamos o incidente que deu nome a este blogue, em que o sempre elegante Manuel Pinho apontou uma suposta necessidade de papa maisena em Paulo Rangel, falando de forma paternalista e trocista do cabeça de lista do PSD. Esta noite, e nas anteriores, todos os comentários iam no sentido de atribuir o sucesso da campanha a Paulo Rangel (também para menorizarem Manuela Ferreira Leite, já que perceberam finalmente que a senhora pode ser avó mas está longe de ser ingénua ou politicamente ineficaz). E este resultado imprevisto revela que os eleitores estão somente à espera que o PSD se organize para enviarem os socialistas para reciclagem. E, convenhamos, dados os últimos anos em convulsões permanentes e em mudanças de líderes, com até há bem pouco (ontem) farpas provenientes de quem está apostado em recolher destroços do PSD depois das legislativas, Manuela Ferreira Leite conseguiu um resultado surpreendente: em apenas um ano, com oposição sonora interna, pegando num partido em cacos, com uma comunicação social hostil, está a disputar vitórias eleitorais. Não é por acaso e não é por sorte. É por mérito. De Manuela Ferreira Leite. E, claro, falta de mérito. De José Sócrates.


publicado por Maria João Marques às 00:07
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
Mais exemplos de fora

(é a carta de demissão de James Purnell, que aqui dedico ao sr. Sócrates, esse reinventor do Partido Socialista)

 

Dear Gordon,

We both love the Labour party. I have worked for it for 20 years and you for far longer. We know we owe it everything and it owes us nothing.

I owe it to our party to say what I believe no matter how hard that may be. I now believe your continued leadership makes a Conservative victory more, not less likely.

That would be disastrous for our country. This moment calls for stronger regulation, an active state, better public services, an open democracy. It calls for a government that measures itself by how it treats the poorest in society. Those are our values, not David Cameron's.

We therefore owe it to our country to give it a real choice. We need to show that we are prepared to fight to be a credible government and have the courage to offer an alternative future.

I am therefore calling on you to stand aside to give our Party a fighting chance of winning. As such I am resigning from government.

The Party was here long before us, and we want it to be here long after we have gone. We must do the right thing by it.

I am not seeking the leadership, nor acting with anyone else. My actions are my own considered view, nothing more. If the consensus is that you should continue, then I will support the government loyally from the backbenches. But I do believe that this question now needs to be put.

Thank you for giving me the privilege of serving.

Yours,
James Purnell


publicado por Ana Margarida Craveiro às 23:51
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