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Papa Myzena

Chears!

Junho 07, 2009

 

  

Também aqui no blog se abre uma garrafa de champanhe. Brindemos pois a uma grande vitória de Paulo Rangel, da sua energia e do seu empenhamento.

Pela minha parte, tive muito gosto em ter dado a minha modesta contribuição nesta campanha eleitoral através do Papa Myzena, um excelento produto alimentar que, como se viu,  ficará para a história destas eleições.

Despeço-me de todos os que aqui escreveram, gente bem disposta, inteligente  e disponível, com quem orgulhosamente partilhei este espaço.

E despeço-me de Paulo Rangel, repetindo o que escrevi aquando do lançamento do livro "O estado do Estado":
"Mas agradou-me mais ainda quando o autor do livro referiu algo como: "Estão aqui pessoas que conheço, mas fico mais feliz por não conhecer muita gente que aqui está." Pareceu-me um bom sinal haver gente como eu, que ali estive sem o conhecer e saí tão anonimamente como entrei. Desejo-lhe boa sorte e espero dele a sensatez e a sobriedade que os tempos exigem."
Maria Isabel

Paulo Rangel

Junho 05, 2009

 

No final desta campanha para as europeias, registamos com agrado a excelente prestação de Paulo Rangel, coisa que, de resto só surpreendeu… por ter surpreendido algumas pessoas. E se é um facto  que o candidato optou por uma campanha sem foguetório nem Vangelis, a verdade é que as televisões mostraram muitas ausências e registaram alguns silêncios. No entanto, é nestas alturas que fica bem recordar a sabedoria popular, ou então, as palavras de Eça: “Nada há mais ruidoso, e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas – do que a Política.”*:

 

- Fez, com êxito, uma excelente campanha de proximidade, foi incansável nos contactos que manteve e, sobretudo, mostrou gosto pelo que estava a fazer;

- Geriu e aproveitou muito bem as potencialidades das redes sociais, nomeadamente o FACEBOOK, mantendo um registo permanente das acções de campanha e agradecendo os apoios recebidos;

- Conseguiu aquilo que poderia designar-se como eficácia na sobriedade, exactamente o que se exigia nestes tempos difíceis, eliminando o merchandising tão inútil quanto dispendioso;

- Manteve a sobriedade não dando resposta a uma linguagem que caracteriza determinado estilo. Há quem o aprecie (o estilo), mas hão-de existir alguns votos, um pouco por todo o país, de gente que não se revê no género.

 

Em suma, sem grande logística nem banhos de multidão, se bem com alguns espirros de oportunidade, Rangel segurou bem as pontas de uma campanha nada fácil. O seu desempenho foi uma conquista e, porventura, um exemplo para um futuro próximo. Queremos acreditar que o PSD está no bom caminho. Muito por culpa de Paulo Rangel.

 

* Prefácio de Eça de Queiroz para o livro “Azulejos” do Conde de Arnoso (1886).

 

NOTA:
Post redigido por mim e pelo blog Espumadamente.

Até breve.

E também aqui

Junho 04, 2009

 

Antes que se inicie um novo ciclo eleitoral, permitam-me que refira os nomes dos deputados europeus eleitos pelo PSD e que em breve irão cessar funções. Ao contrário da máxima glosada por um conhecido político português, acho que se deve ter uma  boa memória na política. 

 

Então aqui ficam os nomes de Duarte Freitas, Maria da Assunção Esteves, Vasco Graça Moura, Sérgio Marques, João de Deus Pinheiro e Silva Peneda. À excepção de Carlos Coelho, que irá continuar, foram estes políticos que antecederam os que agora nos propomos eleger, e com quem, certamente, o país poderá contar.

É assim

Junho 01, 2009

 

 À hora a que escrevo este post, estão quase 30o em Lisboa e 17 na Baviera. Diferenças à parte, eu em Lisboa e a Isabella em Nuremberga, temos em comum uma porta de saída nos aeroportos e as eleições a 7 de Junho. Não faço a menor ideia em quem ela irá votar, certamente no candidato que ela considera melhor representar o seu país no Parlamento. Eu farei o mesmo. Voto em Paulo Rangel com uma convicção de tempos antigos, agora felizmente mais sóbrios e sensatos, mas não menos estimulantes. Foi por esta razão que acedi a escrever pela primeira vez  num blog político e faço-o com gosto, despositando neste candidato a confiança que ele me merece.
Mais tarde gostaria ainda de falar da ausência, no discurso político actual (nacional e europeu), a referências teológicas ou doutrinais, como aliás, já ouvi referir a Paulo Rangel e em que muitos portugueses se revêem. Mas fica para mais tarde, assim tenham a paciência de me lerem, ou talvez não. Por mim, não sinto qualquer "incomodidade" em falar sobre o assunto. Ser europeu é isso mesmo: ser  livre, exprimir-se em liberdade, respeito e em democracia, com a responsabilidade individual que compete a cada um de nós e  fazer uso da nossa cidadania. Foi assim que me ensinaram a viver, ainda na Idade da Pedra da União Europeia.
 

Post experiência no meu blog : "Passaporte europeu" 
NOTA: A fotografia é, naturalmente, da minha autoria, com a reconhecida qualidade a que os meus leitores parecem já estar conformados.

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